sexta-feira, 18 de julho de 2008
Confusão de Homônimo
Não acredito que o jornal italiano "La Stampa" foi publicar uma reportagem sobre a prisão do banqueiro Daniel Dantas, e colocou a foto do ator global Daniel Dantas no lugar! Isso demonstra como não se pode confiar na imprensa. Já foi o tempo em que jornal era coisa séria!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Sobre a lei seca
Recebi outro dia uma mensagem de e-mail de uma pessoa conhecida reclamando demais da tal "Lei Seca". Você também pode ter recebido, o assunto é: "concordo plenamente".
Eu não sou nem contra nem a favor da lei seca, muito pelo contrário. Mas eu sou contra tentativa de manipulação de opinião. A mensagem exagerada é com certeza fruto da ira de quem está muito acostumado a dirigir depois de beber (conheço vários), e que agora viu seu costume ameaçado.
A mensagem chama a lei de "estupidez" e "moralista". Com exagero, diz que vai tornar o país mais "xiita" e "corrupto".
Para provar sua teoria, o autor da mensagem imagina cenas de corrupção onde a pessoa embriagada, aliás, o "cidadão que bebeu duas taças de vinho em um jantar" pagaria mil reais ao policial para se livrar do aborrecimento de ser detido, acreditando que esta é a prova de que o país vai se tornar mais corrupto depois da lei.
Seguindo esta linha de pensamento, cada vez que se criasse uma nova lei o país se tornaria mais corrupto, pois sempre as pessoas atingidas tentarão se livrar do cerceamento que toda lei causa. Desta forma, pelo modo de pensar do autor da mensagem as leis, ao invés de ordem, seriam causadoras de desordem.
Em outro argumento, cita "os limites em vigor em países como Canadá e Estados Unidos", que supostamente seriam de 8 dg por litro, para justificar sua afirmativa de que a lei é moralista. Porém, omite os limites estabelecidos em países europeus, equivalentes aos da nova lei brasileira.
Bom, como eu disse antes, não sou a favor da lei, só não gostei do tom exagerado da mensagem.
Não viaja!
Eu não sou nem contra nem a favor da lei seca, muito pelo contrário. Mas eu sou contra tentativa de manipulação de opinião. A mensagem exagerada é com certeza fruto da ira de quem está muito acostumado a dirigir depois de beber (conheço vários), e que agora viu seu costume ameaçado.
A mensagem chama a lei de "estupidez" e "moralista". Com exagero, diz que vai tornar o país mais "xiita" e "corrupto".
Para provar sua teoria, o autor da mensagem imagina cenas de corrupção onde a pessoa embriagada, aliás, o "cidadão que bebeu duas taças de vinho em um jantar" pagaria mil reais ao policial para se livrar do aborrecimento de ser detido, acreditando que esta é a prova de que o país vai se tornar mais corrupto depois da lei.
Seguindo esta linha de pensamento, cada vez que se criasse uma nova lei o país se tornaria mais corrupto, pois sempre as pessoas atingidas tentarão se livrar do cerceamento que toda lei causa. Desta forma, pelo modo de pensar do autor da mensagem as leis, ao invés de ordem, seriam causadoras de desordem.
Em outro argumento, cita "os limites em vigor em países como Canadá e Estados Unidos", que supostamente seriam de 8 dg por litro, para justificar sua afirmativa de que a lei é moralista. Porém, omite os limites estabelecidos em países europeus, equivalentes aos da nova lei brasileira.
Bom, como eu disse antes, não sou a favor da lei, só não gostei do tom exagerado da mensagem.
Não viaja!
terça-feira, 15 de julho de 2008
Castanha do Pará
Bom, inúmeros leitores, estou de volta após uma longa ausência. Foram problemas de saúde, mas já está tudo resolvido, viu! Não se preocupem.
O fim da picada desta semana é a Castanha do Pará. Imaginem que eu estava assistindo um documentário sobre a castanheira no Discovery Channel (sim, aprendendo sobre nós - com eles). Muito bem. Eles chamam a castanha do pará de brazilian nut (castanha brasileira). Até aí tudo bem, nenhum problema, nomes variam mesmo.
Mas só que o narrador brasileiro, aqueles que falam em cima do narrador original, de modo que você ouve as duas vozes, chamava a castanha de castanha do Brasil. Que castanha do Brasil? Por acaso não estamos no Brasil? Por acaso você não é brasileiro, pô? Quem foi a anta que traduziu essa p...?
O fim da picada desta semana é a Castanha do Pará. Imaginem que eu estava assistindo um documentário sobre a castanheira no Discovery Channel (sim, aprendendo sobre nós - com eles). Muito bem. Eles chamam a castanha do pará de brazilian nut (castanha brasileira). Até aí tudo bem, nenhum problema, nomes variam mesmo.
Mas só que o narrador brasileiro, aqueles que falam em cima do narrador original, de modo que você ouve as duas vozes, chamava a castanha de castanha do Brasil. Que castanha do Brasil? Por acaso não estamos no Brasil? Por acaso você não é brasileiro, pô? Quem foi a anta que traduziu essa p...?
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